Sistema Qualiar-Ufam divulga boletins quatro vezes ao dia e classifica o ar de 'boa' a 'péssimo', segundo a universidade.

A Universidade Federal do Amazonas (Ufam) monitora a qualidade do ar em Manaus por meio do sistema Qualiar-Ufam. Segundo a universidade, o acompanhamento também vai abranger Itacoatiara, Parintins, Humaitá, Coari e Benjamin Constant.
A ferramenta foi criada pelo Centro de Ciências do Ambiente (CCA). Os dados servem de base para a Comissão de Qualidade do Ar da Ufam orientar a administração da universidade quando o ar piora e há queimadas na estiagem.
De acordo com o diretor do CCA, André Mendonça, o sistema reúne níveis de material particulado, mapas, gráficos e análises sobre as cidades acompanhadas. O monitoramento também considera ventos, umidade, chuvas previstas e focos de incêndio no estado.
Como funciona
As medições vêm de uma rede de sensores de baixo custo, acessados pela plataforma PurpleAir. Cada sensor mede o ar a cada poucos minutos, segundo o professor.
Ele explicou que as leituras são corrigidas pelo método da agência ambiental dos Estados Unidos (EPA), porque esse tipo de sensor exagera a poluição quando o ar está muito úmido. Os focos de calor são detectados por satélite, com dados do Inpe, da Nasa e do Painel do Fogo do Censipam.
O resultado é apresentado em classes, com cores e nomes: boa, moderada, ruim, muito ruim e péssimo.
Boletins
A Comissão publica um boletim com a situação de cada cidade e a previsão para o período seguinte. Os horários são:
- 20h30
- 02h30
- 08h30
- 14h30
Quando os critérios indicam restrição ou suspensão de atividades, a Comissão produz também uma nota técnica com a recomendação. Os boletins e as notas estão na página do sistema.
Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada, sob supervisão da redação do Norte Agora. Viu um erro? Envie uma correção.