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Amazonas deve ter calor de até 38°C e chuvas irregulares em novembro, com El Niño no auge

Manaus acumulou 104 mm de chuva em outubro, perto da média de 114 mm, após três meses de estiagem severa, segundo o meteorologista Francisco Assis

Dia de chuva na praia da Lua, em Manaus
Imagem ilustrativa: Dia de chuva na praia da Lua, em Manaus. Foto: OliveiraJC / Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0.

O Amazonas deve ter em novembro temperaturas elevadas e chuvas mal distribuídas pelo estado. A análise meteorológica indica pancadas fortes e temporais isolados, mas também períodos seguidos de tempo seco, influenciados pelo El Niño.

De acordo com o meteorologista Francisco Assis, outubro marcou uma recuperação da chuva em Manaus. A capital acumulou 104 milímetros, volume próximo da média histórica, de 114 milímetros.

Nos meses anteriores, os registros ficaram bem abaixo do padrão: 11,6 mm em julho (média de 69 mm), 2,4 mm em agosto (média de 59 mm) e 32 mm em setembro (média de 80 mm).

Chuva varia de região para região

Para novembro, a previsão é de chuva acima da média no centro-sul do estado e no extremo noroeste, na região da Cabeça do Cachorro. Já o norte, o sudeste e a faixa leste, na divisa com Roraima e o Pará, devem ter volumes abaixo do normal.

Na região metropolitana de Manaus, a estimativa é de chuva dentro da média ou ligeiramente abaixo dela. Os volumes devem se concentrar em poucos dias de temporal, seguidos por intervalos secos com sol forte. Segundo a análise, esse regime ajuda a dispersar poluentes e a melhorar a qualidade do ar em relação aos picos de fumaça da estiagem.

Calor e El Niño

As máximas previstas chegam a 37 °C em Manaus e Itacoatiara e a 38 °C em cidades como Parintins e Boca do Acre. Em Barcelos, a previsão é de 34 °C.

O El Niño atinge a intensidade máxima entre novembro e dezembro, com anomalia térmica entre 2,8 e 3,0 pontos. A tendência é de que o fenômeno perca força a partir da virada de dezembro para janeiro, mas os reflexos na irregularidade das chuvas ainda devem persistir sobre a bacia amazônica no fim do ano.

FonteCom informações de A Crítica.

Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada, sob supervisão da redação do Norte Agora. Viu um erro? Envie uma correção.

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