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Coveiro do Jardim da Saudade, em Rio Branco, relata vozes e vultos em 17 anos de trabalho

Servidor da prefeitura diz ter participado de cerca de 25 mil sepultamentos; cemitério tem cerca de 70 mil pessoas enterradas, segundo estimativa.

Entrada do Cemitério da Consolação, em São Paulo
Imagem ilustrativa: Entrada do Cemitério da Consolação, em São Paulo. Foto: Wilfredor / Wikimedia Commons, domínio público.

O coveiro Wilder Rodrigues de Souza, que trabalha há 17 anos no Cemitério Jardim da Saudade, no bairro Tancredo Neves, em Rio Branco, relatou episódios que considera sobrenaturais. Ele contou ao ac24horas, nesta segunda-feira (2), Dia de Finados, o que já viveu na profissão.

Servidor concursado da prefeitura desde 2007, ele afirma ter ouvido vozes que o chamavam pelo nome e visto vultos, mesmo sem ninguém por perto.

Voz chamando pelo nome

Segundo o coveiro, um dos episódios aconteceu há cerca de três anos, enquanto ele abria uma sepultura. Ele diz que ouviu seu nome duas vezes, olhou ao redor e não viu ninguém.

Ele afirma que situações parecidas se repetiram em outras ocasiões e que também viu vultos várias vezes durante o trabalho.

Cerca de 25 mil sepultamentos

De acordo com o coveiro, o cemitério tem aproximadamente 70 mil pessoas sepultadas. Ao longo da carreira, ele calcula ter participado de cerca de 25 mil enterros.

Ele apontou a pandemia de Covid-19 como um dos períodos mais difíceis, quando o número de sepultamentos cresceu. Houve dias em que chegou a enterrar dez pessoas, segundo ele.

Questionado sobre a crença de que frutas colhidas em cemitérios fazem mal, o coveiro disse não ver problema e afirmou que come as mangas das árvores do Jardim da Saudade.

FonteCom informações de ac24horas.

Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada, sob supervisão da redação do Norte Agora. Viu um erro? Envie uma correção.

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