Parlamentar pede que deputados federais e senadores de RO organizem agenda com o governo federal e defende análise individual das embarcações.

O deputado estadual Marcelo Cruz cobrou, nesta segunda-feira (2), esclarecimentos sobre a destruição de dragas de mineração em operações da Polícia Federal (PF) e do Ibama no Rio Madeira, em Porto Velho. Ele também pediu que deputados federais e senadores de Rondônia organizem uma agenda com o governo federal.
A cobrança foi dirigida aos integrantes da bancada federal que deixam os mandatos e aos que vão assumir. Segundo o deputado, parlamentares já demonstraram preocupação, mas as manifestações precisam resultar em reuniões e providências. "Só o discurso bonito não resolve", declarou.
Números citados
Marcelo Cruz citou que, na operação de sexta (30), notícias apontavam 20 dragas inutilizadas, e outros relatos chegavam a 25. Sobre a ação da terça-feira anterior, mencionou um balanço atribuído à PF de 72 embarcações e equipamentos destruídos, entre eles 17 dragas.
O parlamentar também citou imagens de explosões e incêndios e relatos de que algumas embarcações teriam documentação regular. Ele cobrou transparência na apuração e a escuta das pessoas atingidas, com análise "draga por draga".
Proposta de articulação
O deputado propôs uma articulação com o governo federal, o Ministério Público, o Ministério do Meio Ambiente, o Ibama e a PF. Ele reconheceu que os agentes federais cumpriam ordens, mas pediu a identificação dos responsáveis pelas decisões que levaram à destruição das estruturas.
"Como fica o emprego dessas pessoas? Como fica a renda dessas pessoas?", questionou. Segundo ele, o garimpo representa anos de trabalho para famílias da região.
Marcelo Cruz defendeu que diferenças partidárias e ideológicas não impeçam a discussão e argumentou que a atividade gera empregos, arrecadação e movimento na economia estadual. Ele defendeu reuniões com o governo federal para discutir um caminho responsável para o garimpo em Rondônia e afirmou: "O garimpeiro não é bandido."
Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada, sob supervisão da redação do Norte Agora. Viu um erro? Envie uma correção.