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Amazonas está entre 17 estados que passam a ter nove remédios contra câncer no SUS; veja lista

Tratamentos têm 13 indicações e devem beneficiar 116 mil pacientes no país, segundo o Ministério da Saúde; oferta começa em 20 centros

Serviço de combate ao câncer no Hospital Geral de Guarulhos (SP)
Imagem ilustrativa: Serviço de combate ao câncer no Hospital Geral de Guarulhos (SP). Foto: Governo do Estado de São Paulo / Wikimedia Commons, CC BY 2.0.

Nove medicamentos contra o câncer começaram a ser distribuídos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em 17 estados, entre eles o Amazonas. A primeira etapa teve início na terça-feira (20). De acordo com o Ministério da Saúde, os tratamentos têm 13 indicações e devem beneficiar 116 mil pacientes em todo o país.

A oferta começa em 20 centros de tratamento, e o ministério prevê que as demais unidades oncológicas recebam os remédios até dezembro. A meta do governo federal é chegar a 23 novos fármacos até o fim do ano, o que amplia em 35% as alternativas na rede pública.

Quais são os medicamentos

Parte dos remédios foi incorporada ao SUS há mais de dez anos, mas ainda não chegava aos pacientes. Veja a lista e as indicações:

  • Abemaciclibe: determinados tipos de câncer de mama; na rede privada, o custo pode chegar a R$ 366 mil;
  • Trastuzumabe: câncer de mama, com uso ampliado para câncer de estômago ou da junção entre o esôfago e o estômago;
  • Pazopanibe: câncer renal metastático;
  • Acetato de lanreotida: tumores neuroendócrinos;
  • Rituximabe: leucemia linfocítica crônica e determinados tipos de linfoma;
  • Abiraterona: câncer de próstata;
  • Gefitinibe: câncer de pulmão de não pequenas células;
  • Alfatirotropina (TSH recombinante): câncer diferenciado de tireoide com indicação de iodo radioativo;
  • Sunitinibe: câncer renal metastático e tumores estromais gastrointestinais avançados ou metastáticos, após falha de tratamento com imatinibe.

O Ministério da Saúde prevê investimento de R$ 155,4 milhões por ano na compra dos nove medicamentos. Para a oferta dos 23 fármacos, a estimativa da pasta é de impacto anual de R$ 4 bilhões.

Atendimento no Amazonas

O anúncio foi acompanhado em Manaus por representantes do Ministério da Saúde, em agenda na Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCecon).

Andressa Gorla, assessora da Secretaria de Atenção Especializada à Saúde, disse que as medidas tendem a fortalecer o atendimento oncológico no estado. Segundo ela, o prazo para chegar ao diagnóstico pode cair de 120 para uma média de 20 dias.

Segundo ela, o ministério já destinou um tomógrafo ao Amazonas e prevê a chegada de um aparelho de ressonância magnética e de um acelerador linear, para reforçar o diagnóstico e o tratamento do câncer.

FonteCom informações de Amazonas Atual.

Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada, sob supervisão da redação do Norte Agora. Viu um erro? Envie uma correção.