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Cantora franco-surinamesa diz que Macapá lembra sua terra na primeira visita ao Amapá para o Festival Quebra-Mar

Artista participa do Festival Quebra-Mar, que volta após dez anos com tema de integração entre os povos das Guianas

Orla de Macapá, capital do Amapá
Imagem ilustrativa: Orla de Macapá, capital do Amapá. Foto: MELLOALINNY / Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0.

A cantora franco-surinamesa SOUYENGÉ, que visita Macapá pela primeira vez para o Festival Quebra-Mar, disse na sexta-feira que encontrou no Amapá paisagens, comidas e um jeito de receber parecidos com os do Suriname e da Guiana Francesa. A declaração foi dada em entrevista ao programa Ponto de Encontro, da Rádio Diário FM.

Nascida na Guiana Francesa, filha de pais surinameses, a artista contou que cresceu próxima da cultura do Suriname. Na conversa, feita com ajuda de intérprete, ela arriscou palavras em português e improvisou versos sobre a passagem por Macapá.

Ela também afirmou que quer voltar ao Amapá e falar mais português na próxima visita.

Semelhanças entre as culturas

Segundo a cantora, a farinha de mandioca amapaense lembra o kwak, produto surinamês parecido, de grãos um pouco maiores. Ela disse ainda que o açaí, chamado de podociri no Suriname, e o gosto por peixe também aproximam os povos.

SOUYENGÉ citou a orla de Macapá, onde viu pessoas correndo e dançando durante uma corrida de Halloween, como exemplo da relação com a música nas ruas. Para ela, a música pode ajudar a aproximar Brasil, Suriname e Guiana Francesa. Entre as brasileiras que admira, mencionou IZA e MC Soffia.

Festival volta após dez anos

O Quebra-Mar retornou ao calendário cultural de Macapá depois de dez anos. De acordo com Brenda, da produção local, a escolha da cantora tem relação com o tema da edição, a integração entre os povos das Guianas. Ela disse que ainda é preciso ampliar as relações culturais entre o Amapá, o Suriname e a Guiana Francesa.

O festival tem shows de artistas do Amapá, de outros estados e da Guiana Francesa, sem cobrança de ingresso, no anfiteatro da Fortaleza de São José, em Macapá. Brenda também destacou a influência do zouk, música caribenha, na história do brega.

FonteCom informações de Diário do Amapá.

Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada, sob supervisão da redação do Norte Agora. Viu um erro? Envie uma correção.

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