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Escola indígena de Guajará-Mirim, RO, encerra o segundo ano de projeto de literatura amazônica com visita à natureza

Alunos do 6º ao 9º ano da Wen Canum Oro Waram fizeram atividade com escritor, produziram poemas e fecharam o segundo ano do projeto.

Guajará-Mirim, em imagem do acervo do Arquivo Nacional
Imagem ilustrativa: Guajará-Mirim, em imagem do acervo do Arquivo Nacional. Foto: B. Rondon / Wikimedia Commons, domínio público.

Estudantes do 6º ao 9º ano da Escola Indígena Estadual Wen Canum Oro Waram, em Guajará-Mirim (RO), participaram na terça-feira (13) de uma atividade que reuniu literatura amazônica, cultura indígena, educação ambiental e inclusão. O encontro contou com o escritor Paulo Cordeiro Saldanha e marcou o fim do segundo ano consecutivo do projeto na escola, segundo o Governo de Rondônia.

Durante a visita, os alunos observaram a fauna, a flora e as paisagens da região e produziram textos e poemas inspirados na experiência. Também participaram de uma oficina prática de Língua Brasileira de Sinais (Libras).

Nos meses que antecederam o encontro, a turma leu em grupo obras da literatura ribeirinha da região, fez rodas de leitura, discutiu os textos e trabalhou na interpretação deles. Os estudantes também leram poemas de autores regionais e nacionais sobre identidade, natureza, cultura indígena e preservação ambiental.

Parceria e livros

O projeto é feito em parceria entre a Secretaria de Estado da Educação (Seduc), a Universidade Federal de Rondônia (Unir), no Campus Jorge Vassilakis, e a Academia Guajaramirense de Letras. Conta ainda com apoio do Grupo de Estudos e Pesquisas em Literatura, Língua(gens) e Memórias das/nas Fronteiras Amazônicas (Gepellim).

De acordo com o governo, uma editora privada doou 60 exemplares de livros literários. A preparação incluiu também uma roda de conversa com escritores regionais na escola, sobre criação literária, literatura amazônica e preservação da memória cultural.

O secretário da Seduc, Massud Badra, afirmou que "a articulação entre leitura, educação ambiental e inclusão favorece experiências educativas contextualizadas com a realidade amazônica e contribui para a valorização dos conhecimentos locais".

A professora responsável pelo projeto é Eunaia dos Santos.

FonteCom informações de Governo de Rondônia.

Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada, sob supervisão da redação do Norte Agora. Viu um erro? Envie uma correção.