Doze municípios precisam de apoio nos serviços de saúde; crianças, idosos, gestantes e doentes crônicos exigem atenção.

O Ministério da Saúde está monitorando os efeitos da fumaça das queimadas sobre a saúde da população do Amazonas e avalia o consumo de oxigênio nos municípios e nos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs). O objetivo é evitar falta de insumos na rede pública.
O governo do estado decretou situação de emergência em 36 municípios no dia 10 de outubro por causa dos incêndios florestais. Doze deles precisam de algum tipo de apoio nos serviços de saúde.
Quem compra o oxigênio
Pelas regras do SUS, a compra, o controle de estoque e a logística do oxigênio cabem aos gestores locais. Em calamidades com risco à vida, a União pode apoiar com compra emergencial de cilindros ou com transporte feito pelas Forças Armadas.
Combate ao fogo
O Ibama enviou 290 brigadistas ao estado e informou ter extinto 303 focos até 14 de outubro. Dois aviões KC-390 da FAB atuam desde o dia 13, junto com quatro aviões air tractor e dois helicópteros.
Quem precisa de mais cuidado
A fumaça pode agravar doenças respiratórias e cardiovasculares. Crianças, idosos, gestantes e pessoas com doenças preexistentes são os grupos que exigem mais atenção.
Texto produzido com apoio de IA a partir da fonte citada e revisado pela redação do Norte Agora. Viu um erro? Envie uma correção.