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Governo do TO prevê 17 novas cadeiras de hemodiálise após alerta de espera de mais de 72 horas no HGP

Secretaria de Saúde diz que ampliação em Palmas e Gurupi depende de investimento da Pró-Rim e ainda não há prazo definido.

Clínica de hemodiálise do Hospital Regional de Sobradinho, em Brasília (DF)
Imagem ilustrativa: Clínica de hemodiálise do Hospital Regional de Sobradinho, em Brasília (DF). Foto: Agência Brasília from Brasília, Brasil / Wikimedia Commons, CC BY 2.0.

A Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO) informou que prevê ampliar o atendimento de hemodiálise no Tocantins, com 17 novas cadeiras, após médicos alertarem que pacientes do Hospital Geral de Palmas (HGP) esperam mais de 72 horas pelo procedimento. Segundo a pasta, ainda não há prazo definido para a implementação.

De acordo com a SES, a proposta inclui dez cadeiras em Porto Nacional, por meio da Santa Casa, três no HGP e quatro no Hospital Regional de Gurupi.

A secretaria afirmou que a expansão em Palmas e Gurupi depende de investimentos da Pró-Rim, empresa que presta o serviço de hemodiálise nos dois hospitais. Segundo a pasta, as condições contratuais já foram disponibilizadas e as negociações continuam, com a possibilidade de aumento dos turnos de atendimento.

A SES também informou que busca outros prestadores para ampliar a oferta de Terapia Renal Substitutiva. O credenciamento estadual segue aberto a empresas interessadas.

Alerta do sindicato

O alerta foi feito pelo Sindicato dos Médicos no Estado do Tocantins (SIMED-TO), em apoio aos nefrologistas do HGP. Segundo a entidade, há pacientes com indicação de hemodiálise há mais de 72 horas que não conseguiram fazer o procedimento por falta de vagas.

O sindicato também aponta falta de equipamentos de osmose reversa, usados na purificação da água, e de estrutura para hemodiálise à beira-leito, o que afetaria pacientes graves que não podem ser levados do pronto-socorro ao setor, no térreo do hospital.

A entidade cobra a compra de máquinas, mais vagas, contratação de profissionais especializados e a implantação do atendimento à beira-leito. O SIMED-TO informou que poderá recorrer aos órgãos de controle.

Resposta do governo

Na nota, a SES afirmou que pacientes com necessidade de atendimento emergencial continuam recebendo assistência, conforme avaliação das equipes médicas. A pasta atribuiu a maior procura ao aumento da demanda por tratamento renal, principalmente entre pessoas com hipertensão e diabetes.

O governo não informou quantos pacientes aguardam pelo procedimento no HGP, quantas máquinas estão em funcionamento nem quando as novas cadeiras estarão disponíveis.

FonteCom informações de Gazeta do Cerrado.

Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada, sob supervisão da redação do Norte Agora. Viu um erro? Envie uma correção.