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Manaus amplia teste tuberculínico para 55 unidades de saúde; veja quem deve fazer o exame

Três unidades do Distrito de Saúde Oeste passam a aplicar o PPD; Semsa iniciou 927 tratamentos preventivos de janeiro a outubro

Unidade Básica de Saúde Nilton Lins, na zona Centro Sul de Manaus
Imagem ilustrativa: Unidade Básica de Saúde Nilton Lins, na zona Centro Sul de Manaus. Foto: Amazônia Real from Manaus AM, Brasil / Wikimedia Commons, CC BY 2.0.

A Prefeitura de Manaus ampliou a oferta do teste tuberculínico, também chamado de PPD, para mais três Unidades de Saúde da Família (USFs) da capital. Com isso, segundo a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), o exame passa a ser feito em 55 unidades, sendo 50 na região urbana e cinco na zona rural.

As novas unidades, todas no Distrito de Saúde Oeste, oferecem o teste desde esta terça-feira (20). São elas a Adalgiza Barbosa de Lima, no Lírio do Vale, a Santos Dumont, no bairro da Paz, e a Dom Milton Corrêa, no Santo Agostinho.

Para que serve o exame

De acordo com a chefe do Núcleo de Controle da Tuberculose da Semsa, a enfermeira Anne Kimi Okazaki, o teste detecta a infecção pelo bacilo mesmo sem sintomas. Ela afirma: “O propósito desse teste não é diagnosticar a tuberculose ativa, mas sim a infecção, que é quando a bactéria está latente no organismo, controlada pelo sistema imunológico do paciente”.

O PPD é aplicado em pequena quantidade sob a pele do antebraço. Entre 48 e 72 horas depois, o paciente deve voltar à unidade para que um profissional leia o resultado, medindo o endurecimento no local.

Segundo a Semsa, o exame é indicado principalmente para:

  • pessoas que tiveram contato próximo e prolongado com pacientes com tuberculose ativa;
  • pessoas que vivem com HIV/Aids ou têm outras condições que comprometem a imunidade;
  • pacientes que vão iniciar tratamentos com medicamentos que reduzem a resposta imunológica.

Tratamento preventivo

Se o teste reagir, é preciso fazer avaliação clínica para descartar a doença ativa. Sem tuberculose ativa, a recomendação é tratar a infecção de forma preventiva, que pode durar três meses, com medicamentos semanais. O tratamento da forma ativa dura no mínimo seis meses.

De janeiro a outubro deste ano, a Semsa iniciou 927 tratamentos preventivos. Desses, 248 pacientes já concluíram e 581 estão em acompanhamento. Os endereços e horários das unidades que fazem o teste estão no site da Semsa.

FonteCom informações de Prefeitura de Manaus.

Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada, sob supervisão da redação do Norte Agora. Viu um erro? Envie uma correção.