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Manaus monitora qualidade do ar com sensores e registra nível 'péssimo' em pontos desde o dia 7

Sensores da Defesa Civil medem partículas da fumaça de queimadas; na manhã de sábado do fim de semana passado, média chegou a 401,4 µg/m³

Fumaça de queimadas perto de Manaus, vista por satélite da NASA (2023)
Imagem ilustrativa: Fumaça de queimadas perto de Manaus, vista por satélite da NASA (2023). Foto: NASA Earth Observatory images by Lauren Dauphin, using MODIS data from NASA EOSD / Wikimedia Commons, domínio público.

A Prefeitura de Manaus monitora a qualidade do ar na capital por meio do Sistema Eletrônico de Vigilância Ambiental (Selva), que mede a concentração de partículas no ar, inclusive as da fumaça de queimadas. O acompanhamento é feito pela Secretaria Executiva de Proteção e Defesa Civil Municipal (Sepdec), segundo a prefeitura.

O sistema funciona em parceria com a Universidade do Estado do Amazonas (UEA), por meio de termo de cooperação técnica. Os equipamentos ficam na sede da Defesa Civil, no bairro Compensa, zona Oeste, e no ramal do Brasileirinho.

Como o ar é classificado

A plataforma classifica a qualidade do ar de boa a péssima, em um sistema de cores. De acordo com o chefe da Divisão de Suporte da Defesa Civil, Guilherme Figliuolo, as faixas de concentração são:

  • Boa: até 25
  • Moderada: de 25 a 50
  • Ruim: de 50 a 75
  • Muito ruim: de 75 a 125
  • Péssima: acima de 125

Figliuolo afirmou que, desde o dia 7, Manaus teve vários pontos em que o sensor mediu o nível péssimo. Segundo a prefeitura, os piores índices foram no fim de semana passado, com média de 401,4 µg/m³ na manhã de sábado.

Origem da fumaça e prevenção

O secretário-executivo da Defesa Civil, coronel Lima Júnior, disse que a fumaça que chega a Manaus vem sobretudo de queimadas em municípios próximos, principalmente a nordeste da capital, como Itacoatiara e Autazes. Também há contribuição de queimadas em outros estados, segundo ele.

De acordo com a prefeitura, os dados podem embasar alertas e orientações à população e contribuem para o trabalho do Núcleo de Monitoramento e Alerta da Defesa Civil (NumaDec). As ações preventivas envolvem as secretarias de Saúde e de Educação, a Ufam e a UEA.

A prefeitura estuda instalar novos sensores em pontos estratégicos da cidade. Para Lima Júnior, a ampliação da rede pode ajudar a orientar a população com mais precisão.

FonteCom informações de Prefeitura de Manaus.

Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada, sob supervisão da redação do Norte Agora. Viu um erro? Envie uma correção.