Votação no domingo (25) vai das 8h às 17h; no AC, eleitor escolhe governador e presidente, nessa ordem na urna.

Os candidatos podem fazer campanha para o segundo turno das eleições de 2026 só até as 22h deste sábado (24). Depois desse horário, algumas formas de propaganda ficam proibidas.
A partir das 22h, não é permitido usar alto-falantes ou amplificadores de som, distribuir material gráfico, nem promover caminhada, carreata, passeata ou carro de som com jingles e mensagens de candidatos.
Também há restrição para conteúdo feito com inteligência artificial. Até 24 horas depois do fim do pleito, está vedada a publicação e a republicação de materiais novos, produzidos ou alterados por IA ou tecnologia equivalente, que usem imagem, voz ou manifestação de candidatos ou de pessoas públicas.
Pelo calendário eleitoral, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda pode divulgar neste sábado comunicados, boletins e instruções ao eleitorado, em até dez minutos diários requisitados a emissoras de rádio e TV. Parte desse tempo pode ser cedida aos tribunais regionais eleitorais.
O que já terminou
- Sexta (23): último dia da propaganda gratuita no rádio e na TV, de anúncios pagos na imprensa escrita e de debates entre candidatos no rádio e na TV;
- Quinta (22): fim do prazo para comícios e atividades de campanha e para propaganda paga ou impulsionada na internet.
Como será a votação
No domingo (25), as urnas ficam abertas das 8h às 17h para a escolha do presidente da República. Eleitores do Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins também definem o governador. Nesses estados, a urna pede primeiro o voto para governador e depois para presidente.
Seis cidades do país terão ainda eleição suplementar para prefeito, e nelas a ordem é presidente e depois prefeito. O TSE recomenda consultar o local de votação no site do tribunal ou no aplicativo e-Título e levar uma colinha em papel com o número dos candidatos. É proibido entrar com celular na cabine de votação.
Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada, sob supervisão da redação do Norte Agora. Viu um erro? Envie uma correção.