Conhecido como Mestre Lino, sambista será sepultado às 16h30 desta segunda (19); governador Clécio Luís lamentou a perda

O sambista Francisco Lino da Silva, conhecido como Mestre Lino e como "Menestrel da Nação Negra", morreu no domingo (18), aos 91 anos. Ele era fundador da Universidade de Samba Boêmios do Laguinho, no Amapá.
Compositor de sambas-enredo, Lino recebeu o prêmio "Bambas do Samba" no Grande Prêmio do Carnaval Brasileiro. A causa da morte não foi divulgada oficialmente pela família.
Despedida nesta segunda
A Boêmios do Laguinho divulgou a programação de despedida e homenagens nesta segunda-feira (19):
- 6h: velório na Funerária Plaste Vida, na Avenida Presidente Vargas, 1059, no Centro;
- 14h: últimas homenagens na sede da escola;
- 16h30: sepultamento no Cemitério Nossa Senhora da Conceição.
Homenagens
O governador do Amapá, Clécio Luís, lamentou a morte. "Falar do Lino é falar da história do Laguinho, da força da cultura negra, da poesia dos nossos sambas e da identidade de um povo que transformou sua história em música e resistência", afirmou.
A presidente da escola, Daiana Ronieli, disse que a agremiação vai levar o legado de Lino à avenida. "Em 2027, teremos a difícil responsabilidade de levar à avenida não apenas um enredo, um samba ou um pavilhão, mas o seu legado", publicou.
Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada, sob supervisão da redação do Norte Agora. Viu um erro? Envie uma correção.