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Mulheres usam motos para entregas e transporte por aplicativo como fonte de renda na capital

Habilitação feminina para moto cresceu 64% em dez anos no Brasil e passa de 10 milhões de mulheres, segundo a Abraciclo.

Trânsito na avenida Djalma Batista, em Manaus
Imagem ilustrativa: Trânsito na avenida Djalma Batista, em Manaus. Foto: SallesNeto BR / Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0.

Mulheres têm feito das motos uma fonte de renda e de autonomia financeira na capital. Elas atuam em entregas de mercadorias e no transporte de passageiros por aplicativo para garantir o sustento da família.

O movimento acompanha uma tendência nacional. De acordo com a Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), o Brasil tem mais de 10 milhões de mulheres habilitadas para pilotar motos.

Segundo a entidade, o número cresceu 64% em dez anos.

Da entrega no bairro ao aplicativo

A motociclista Stefani trabalha no trânsito há mais de uma década. Ela começou com entregas locais no bairro Santo Antônio e ampliou o trabalho com a chegada dos aplicativos e durante a pandemia de covid-19.

Segundo ela, a rotina exige conciliar os cuidados pessoais e com os filhos pequenos com as demandas da rua.

Estratégias de segurança

Há também motoristas que passaram a trabalhar com aplicativo depois de encerrar negócios anteriores.

Para lidar com situações como o assédio no trânsito, algumas profissionais escolhem atender apenas passageiras mulheres, recurso disponível nas plataformas.

Elas também usam comunicação por rádio e grupos de apoio para se monitorar durante as viagens.

FonteCom informações de A Crítica.

Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada, sob supervisão da redação do Norte Agora. Viu um erro? Envie uma correção.