Canal no WhatsApp

Polícia Civil do TO investiga suspeita de contaminação da água em Paraíso do Tocantins

Amostras coletadas na estação de tratamento, no reservatório e em torneiras passam por perícia; BRK diz que a água atende aos padrões de potabilidade.

Estação de Tratamento de Água I, em Santa Bárbara d'Oeste (SP)
Imagem ilustrativa: Estação de Tratamento de Água I, em Santa Bárbara d'Oeste (SP). Foto: Cyn.annon / Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0.

A Polícia Civil do Tocantins investiga a suspeita de contaminação da água distribuída em Paraíso do Tocantins, na região central do estado. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), o procedimento foi instaurado pela 62ª Delegacia de Polícia após denúncias de moradores sobre água turva e com odor forte.

O caso se soma a uma crise hídrica que se arrasta há mais de 20 dias, com queda no nível dos reservatórios. O município adota rodízio entre duas regiões, a Prefeitura decretou emergência e a Justiça concedeu uma liminar que determina que a BRK Ambiental adote medidas emergenciais para regularizar o serviço.

O que a polícia apura

De acordo com a SSP, amostras de água foram coletadas em diferentes pontos do sistema e estão em análise pericial. Os locais incluem a Estação de Tratamento de Água (ETA), o reservatório central e torneiras de imóveis que tiveram reclamações.

A polícia também apura denúncias de descumprimento dos horários de rodízio e relatos de possíveis alterações na medição do consumo pelos hidrômetros quando o fornecimento está interrompido. A suspeita de contaminação segue sem confirmação.

O que diz a BRK

Em nota, a BRK Ambiental afirmou que a água distribuída em Paraíso do Tocantins atende aos padrões de potabilidade do Ministério da Saúde e que faz monitoramento contínuo da qualidade.

A empresa informou que a estiagem prolongada e a queda do nível do Rio do Coco levaram ao uso de fontes alternativas, como o Córrego da Cachorra, a Barragem Pernada e o Parque das Águas, além da ativação de nove poços. Segundo a BRK, essas mudanças exigem ajustes no tratamento e podem alterar a percepção do odor, que, isoladamente, não determina a potabilidade.

A concessionária orienta os moradores a entrar em contato caso notem alterações no aspecto, no cheiro ou no gosto da água.

FonteCom informações de Agência Tocantins.

Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada, sob supervisão da redação do Norte Agora. Viu um erro? Envie uma correção.