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SUS oferece teste de DNA-HPV contra câncer do colo do útero em 26 unidades da Federação

Segundo o Ministério da Saúde, 153 mil amostras já foram coletadas no país; exame é feito nas unidades básicas de saúde.

Unidade móvel de exame preventivo do colo do útero em Taipei, Taiwan
Imagem ilustrativa: Unidade móvel de exame preventivo do colo do útero em Taipei, Taiwan. Foto: 玄史生 / Wikimedia Commons, CC BY-SA 3.0.

O teste molecular DNA-HPV, usado na detecção precoce do câncer do colo do útero, já está disponível no SUS em 26 unidades da Federação, segundo o Ministério da Saúde. O rastreamento está sendo implantado de forma gradual no país.

De acordo com o ministério, o exame identifica infecções pelo vírus antes do surgimento de lesões, o que favorece o diagnóstico em fases iniciais. Quando o resultado é negativo, a próxima coleta só é necessária após cinco anos.

A pasta informa que 153 mil amostras foram coletadas em 2025 e 2026. Neste ano, 93 mil foram processadas, e 9.904 tiveram resultado positivo para HPV de alto risco, que está associado ao desenvolvimento da doença.

Como fazer o exame

A coleta é feita por profissionais de saúde nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). Em situações previstas em protocolo, pode ser feita por autocoleta, após orientação de um profissional.

O Papanicolau continua disponível enquanto a nova tecnologia é incorporada, segundo o ministério. Os kits de coleta são produzidos pelo Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP/Fiocruz).

Todas as unidades da Federação, com exceção do Espírito Santo, já receberam os materiais e começaram os exames em pelo menos um município. No Espírito Santo, o envio está previsto para este ano. Treinamentos foram feitos nas 27 unidades da Federação.

Sintomas e dados da doença

Segundo projeção do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o Brasil poderá ter cerca de 19,3 mil novos casos por ano entre 2026 e 2028. A doença pode não causar sintomas no início.

Entre os sinais que devem ser investigados por um profissional de saúde estão:

  • sangramento durante ou após a relação sexual;
  • sangramento entre as menstruações ou depois da menopausa;
  • dor durante a relação sexual;
  • corrimento vaginal com sangue ou com mau cheiro.
FonteCom informações de Rondoniaovivo.

Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada, sob supervisão da redação do Norte Agora. Viu um erro? Envie uma correção.

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