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Brasil abre mercado de Bangladesh para genética bovina e o da Colômbia para produtos pet

Com as duas novas autorizações, o agronegócio brasileiro soma 721 aberturas de mercado desde janeiro de 2023, segundo o governo federal.

Curral de fazenda em Minas Gerais, usado para gado
Imagem ilustrativa: Curral de fazenda em Minas Gerais, usado para gado. Foto: Jonathan Wilkins / Wikimedia Commons, CC BY-SA 3.0.

O governo federal anunciou nesta sexta-feira (30) a abertura do mercado de Bangladesh para material genético bovino e bubalino e do mercado da Colômbia para alimentos de animais de estimação. As negociações sanitárias foram concluídas pelos ministérios da Agricultura e Pecuária (Mapa) e das Relações Exteriores (MRE).

Com as novas autorizações, o agronegócio brasileiro chega a 721 aberturas de mercado desde o início de 2023. O resultado é atribuído ao trabalho conjunto do Mapa e do Itamaraty.

Neste mês, o Mapa já havia anunciado a marca de 700 aberturas em 99 destinos, entre países e blocos econômicos.

O que muda em Bangladesh

De acordo com o governo, as autoridades de Bangladesh passaram a permitir a entrada de embriões bovinos e bubalinos produzidos por diferentes técnicas de reprodução. Também foram liberados sêmen bovino e animais vivos para melhoramento genético dos rebanhos.

Em 2025, o país asiático importou mais de US$ 2,66 bilhões em produtos agropecuários brasileiros. Entre os itens estão os do complexo sucroalcooleiro, fibras e têxteis, soja e derivados.

O que muda na Colômbia

A Colômbia habilitou a compra de alimentos para animais de companhia, o que inclui mastigáveis desidratados de origem bovina e suína.

As importações colombianas de produtos agropecuários do Brasil superaram US$ 873 milhões em 2025. Café, produtos florestais e outros itens de origem animal tiveram destaque.

Segundo a fonte, as medidas fazem parte da estratégia de ampliar a presença de produtos brasileiros no exterior. A Câmara de Comércio Exterior (Camex) também busca novos mercados e diversificação de destinos, para amenizar os efeitos do tarifaço dos EUA contra o Brasil.

FonteCom informações de Agência Tocantins.

Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada, sob supervisão da redação do Norte Agora. Viu um erro? Envie uma correção.

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