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Desmatamento na Amazônia cai 41,8% em um ano, e no Cerrado a queda é de 23,8%, aponta Inpe

Segundo o Prodes, a Amazônia teve 3.335 km² desmatados entre agosto de 2025 e julho de 2026; no Cerrado, foram 5.731 km².

Queimada aérea perto da Flona do Jacundá, Rondônia (2020)
Imagem ilustrativa: Queimada aérea perto da Flona do Jacundá, Rondônia (2020). Foto: Amazônia Real from Manaus AM, Brasil / Wikimedia Commons, CC BY 2.0.

Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) mostram queda de 41,8% na derrubada da vegetação na Amazônia e de 23,8% no Cerrado, na comparação do período de agosto de 2025 a julho de 2026.

Pelo Prodes, sistema do instituto que monitora a perda de vegetação por satélite, a Amazônia teve 3.335 km² desmatados no período. No Cerrado, a área foi de 5.731 km².

Segundo a fonte, o resultado se deve sobretudo a uma fiscalização ambiental mais forte, à volta de políticas contra a devastação e a mais medidas de proteção das florestas.

O que ajudou a reduzir

Um dos fatores citados foi a retomada, em 2023, do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm), que fortaleceu monitoramento, fiscalização e combate ao desmatamento ilegal.

Imagens de satélite permitem aos órgãos ambientais identificar áreas desmatadas e direcionar operações. Embargos e outras sanções administrativas dificultam a continuidade de atividades econômicas nessas áreas.

Também contribuíram a ampliação e a proteção de unidades de conservação em regiões pressionadas pela expansão agropecuária, além da articulação entre governo federal, estados e municípios.

O que pode ameaçar a queda

Há ainda iniciativas de estímulo à bioeconomia e a cadeias produtivas sustentáveis, que tentam oferecer renda sem a necessidade de derrubar a mata.

A queda indica uma possível mudança de tendência, mas sua manutenção exige que a fiscalização continue, as punições sejam aplicadas, os territórios sigam protegidos e haja investimento em atividades sustentáveis. A redução não elimina a pressão da expansão agropecuária nem os riscos de retomada da devastação.

FonteCom informações de Rondoniaovivo.

Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada, sob supervisão da redação do Norte Agora. Viu um erro? Envie uma correção.