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Golpistas criam sites falsos de concursos para cobrar taxas de inscrição por PIX e boleto; veja como evitar

Páginas imitam bancas e coletam CPF e RG de candidatos; especialistas listam quatro cuidados antes de pagar a inscrição.

Fortaleza de São José de Macapá
Imagem ilustrativa: Fortaleza de São José de Macapá. Foto: MTur Destinos / Wikimedia Commons, domínio público.

Criminosos estão criando sites falsos que imitam o visual de bancas organizadoras de concursos públicos para cobrar taxas de inscrição fraudulentas por PIX ou boleto bancário. O alerta foi feito por especialistas em segurança digital.

Além de perder o dinheiro do pagamento, o candidato que preenche o formulário nas páginas falsas entrega dados pessoais, como CPF, RG, endereço e data de nascimento. As informações podem ser usadas depois para abrir contas em bancos digitais ou aplicar novos golpes.

De acordo com os especialistas, a tática mais comum é o uso de links patrocinados em buscadores. Ao pesquisar o nome de um concurso muito aguardado, o candidato clica em anúncios pagos que levam a portais falsos, que reproduzem por completo a aparência dos oficiais.

Promessas de facilidades e de prazos de inscrição prorrogados também são usadas como isca.

Como evitar o golpe

Os especialistas recomendam quatro cuidados antes de pagar qualquer taxa:

  • Consultar os canais oficiais: acessar o site da prefeitura ou do órgão que promove o concurso, confirmar qual é a banca organizadora e ler o edital original.
  • Conferir o endereço do site: golpistas costumam usar letras trocadas, extensões incomuns ou caracteres adicionais na URL.
  • Verificar o destinatário do pagamento: o beneficiário deve ser a banca ou o fundo do órgão público, e não pessoas físicas ou empresas sem vínculo comprovado.
  • Confirmar a inscrição no painel: depois de pagar, o candidato deve checar na área oficial da banca se a inscrição foi homologada.

As autoridades de segurança orientam ainda desconfiar de cobranças suspeitas e não clicar em links recebidos por aplicativos de mensagens ou redes sociais.

FonteCom informações de Diário do Amapá.

Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada, sob supervisão da redação do Norte Agora. Viu um erro? Envie uma correção.

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