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Ipaam aplica R$ 8,5 milhões em multas e embarga 916 hectares em seis municípios do AM

Operação Tamoiotatá 6 fez 56 autos de infração entre 9 e 28 de outubro; Borba teve o maior valor em multas, de R$ 3,5 milhões.

Área de floresta derrubada e queimada na zona rural de Apuí, AM
Imagem ilustrativa: Área de floresta derrubada e queimada na zona rural de Apuí, AM. Foto: Amazônia Real from Manaus AM, Brasil / Wikimedia Commons, CC BY 2.0.

O Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) aplicou R$ 8,5 milhões em multas e embargou 916 hectares durante a sexta etapa da Operação Tamoiotatá 6, realizada entre 9 e 28 de outubro. Ao todo, foram lavrados 56 autos de infração.

A fiscalização passou por Careiro, Careiro da Várzea, Borba, Beruri, Manaquiri e Autazes. Segundo o instituto, os agentes constataram desmatamento sem autorização, uso ilegal do fogo, danos à vegetação nativa e descumprimento de embargos ambientais.

Foram emitidos 38 termos de embargo e interdição. A área embargada soma 916,03 hectares, o equivalente a cerca de 1.283 campos de futebol, de acordo com o Ipaam.

As ações ocorreram durante a vigência do Decreto Estadual nº 55.339, de 9 de setembro de 2026, que proíbe o uso do fogo por 120 dias no Amazonas.

Resultados por município

  • Borba: R$ 3,5 milhões em 12 autos de infração, um termo de embargo e 136,56 hectares embargados;
  • Careiro: R$ 1,7 milhão em 23 autos, 28 termos de embargo e 595,24 hectares embargados;
  • Manaquiri: R$ 1,2 milhão em quatro autos, quatro termos de embargo e 126,48 hectares embargados;
  • Beruri: R$ 1 milhão em cinco autos de infração;
  • Careiro da Várzea: R$ 927,5 mil em dez autos, quatro termos de embargo e 55,55 hectares embargados;
  • Autazes: R$ 40 mil em dois autos e um termo de embargo, com 2,19 hectares.

Em Manaquiri, a maior penalidade foi de R$ 1,14 milhão, aplicada pelo uso irregular do fogo em cerca de 76 hectares de área agropastoril.

Como funciona a operação

A Tamoiotatá 6 é uma ação contínua, organizada em etapas, com revezamento de equipes e apoio das forças de segurança pública. As atividades seguem até dezembro de 2026, segundo o Ipaam. Em paralelo, o instituto mantém as operações Alerta Fogo e Região Metropolitana.

O embargo é uma medida administrativa para impedir a continuidade de atividades irregulares. Ele não significa a perda da propriedade: para ser levantado, o responsável precisa cumprir as exigências de regularização ambiental.

FonteCom informações de Amazonas Atual.

Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada, sob supervisão da redação do Norte Agora. Viu um erro? Envie uma correção.

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