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Museu Goeldi, em Belém, publica carta de repúdio a violência contra povos indígenas e cobra providências

Documento de 30 de outubro cita episódios em MT, MS e AM e pede proteção de territórios e responsabilização de agressores.

Museu Paraense Emílio Goeldi, em Belém
Imagem ilustrativa: Museu Paraense Emílio Goeldi, em Belém. Foto: Sintegrity / Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0.

O Museu Paraense Emílio Goeldi, em Belém, publicou uma carta de repúdio a episódios de violência, intimidação e agressões contra povos indígenas. O documento é datado de 30 de outubro.

De acordo com o museu, os casos ocorreram em estados como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Amazonas e foram motivados por disputas e retaliações de caráter político-partidário.

Na carta, a instituição afirma que a manifestação verbal ou o repúdio formal do Poder Público não bastam diante da gravidade dos fatos.

O que o museu cobra

O documento pede que autoridades dos poderes Executivo, Judiciário e Legislativo, em todas as esferas, adotem medidas. Entre elas:

  • proteção imediata dos territórios e das comunidades indígenas e vulneráveis;
  • apuração imparcial das agressões, com responsabilização civil e criminal de executores e financiadores;
  • presença do Estado nas regiões de conflito, para garantir a paz social, a integridade física das lideranças e a segurança alimentar e sanitária.

Ciência e direitos humanos

Para o museu, ataques ao corpo, ao território e à cultura dos povos indígenas também ferem a ciência, a memória e a dignidade das pessoas.

A carta ainda afirma que o uso da força e a perseguição a comunidades tradicionais violam a Constituição de 1988 e acordos internacionais de direitos humanos assinados pelo país. A instituição, que tem 160 anos, diz manter diálogo e colaboração com os povos originários.

FonteCom informações de Diário do Pará.

Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada, sob supervisão da redação do Norte Agora. Viu um erro? Envie uma correção.

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