Segundo a Sema, capital registrou 680 focos entre janeiro e o início de outubro de 2026, contra 1.013 no mesmo período de 2025.

Porto Velho registrou queda de 32,8% no número de focos de calor detectados por satélite. A redução vem pouco mais de um ano depois de a prefeitura sancionar a Lei Complementar nº 1.026/2025, que tornou mais rígidas as punições para queimadas ilegais, informou o município nesta sexta-feira (30).
De acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), divulgados pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Sema), a capital teve 680 focos de calor entre janeiro e o início de outubro de 2026. No mesmo período de 2025, foram 1.013.
Multa e fiscalização
O valor das multas pode chegar a R$ 10 milhões, dependendo do tamanho da infração e dos parâmetros definidos pela lei. As punições valem para queimadas na área urbana e na rural.
Segundo a prefeitura, os trabalhos de prevenção, monitoramento e fiscalização também foram reforçados, com orientação à população sobre os riscos do fogo. A fiscalização inclui notificações e autuações em terrenos baldios no perímetro urbano.
A administração municipal ressalta que a prevenção continua necessária, principalmente no período de estiagem, quando a vegetação seca pode favorecer a propagação de incêndios.
O secretário municipal de Meio Ambiente, Arthur Borin, pediu a colaboração dos moradores. "Contamos com o apoio da sociedade nesta fiscalização que tem como foco assegurar a qualidade do ar e a saúde da nossa população", afirmou.
Como denunciar
Queimadas e outras situações de risco ambiental podem ser denunciadas pelo WhatsApp da Sema, no número (69) 98423-4092. É possível enviar fotos, vídeos e a localização da ocorrência.
Quando o fogo estiver ativo e ameaçar pessoas ou a vegetação, a recomendação é ligar para o Corpo de Bombeiros, no 193.
Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada, sob supervisão da redação do Norte Agora. Viu um erro? Envie uma correção.