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Aparecida do Rio Negro (TO) terá nova ponte na TO-020; obra tem investimento de R$ 8,85 milhões

Estrutura de 360 metros, com acessos pavimentados, será construída sem substituir a ponte atual e deve melhorar o tráfego de caminhões de soja.

Ponte Poeta Manoel de Barros, sobre o rio Paraguai, em Corumbá (MS)
Imagem ilustrativa: Ponte Poeta Manoel de Barros, sobre o rio Paraguai, em Corumbá (MS). Foto: Andrew Mercer (www.pantanalescapes.com) / Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0.

Aparecida do Rio Negro, no Tocantins, terá uma nova ponte sobre o Rio Negro, na TO-020. A obra tem investimento de R$ 8,85 milhões e busca melhorar o tráfego de caminhões que transportam soja e máquinas agrícolas.

A estrutura terá 360 metros de extensão, contando os acessos pavimentados, e será construída sem substituir a ponte que já existe. A ideia é ampliar as alternativas de circulação no município.

O que prevê a obra

Do total, 61,40 metros correspondem à ponte propriamente dita. Os outros 298,60 metros são de pavimentação dos acessos e da conexão com a TO-020.

Além da ponte, o projeto inclui:

  • terraplenagem;
  • drenagem;
  • pavimentação;
  • sinalização;
  • preparação das cabeceiras;
  • obras complementares.

Essas intervenções vão ligar a ponte à rodovia, melhorar a trafegabilidade e ampliar a segurança viária para motoristas e moradores da região.

O que dizem autoridades e moradores

O governador Wanderlei Barbosa afirmou que “a ponte vai contribuir para melhorar a logística regional, favorecendo o transporte de cargas e a circulação de produtores, transportadores e comerciantes”.

O presidente da Agência de Transportes, Obras e Infraestrutura do Tocantins (Ageto), Túlio Parreira Labre, disse que a estrutura deve facilitar o escoamento da produção agrícola e oferecer mais segurança a quem usa a TO-020.

O caminhoneiro João Batista Dias de Miranda, que passa pela rodovia cerca de três vezes por semana, afirmou que a nova rota pode evitar o trânsito de carretas e máquinas agrícolas na área urbana. A comerciante Maria Telma Santos Pereira, moradora há 20 anos, lembrou que caminhões passavam pela praça e disse esperar menos riscos de acidentes.

FonteCom informações de Gazeta do Cerrado.

Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada, sob supervisão da redação do Norte Agora. Viu um erro? Envie uma correção.

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