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Homem de 42 anos é morto a tiros em Macapá; polícia investiga acerto de contas de facção

A Polícia Civil trabalha com a hipótese de emboscada; vítima cumpria pena em regime domiciliar e deveria estar em casa desde as 19h

Apresentação de dança de marabaixo, manifestação cultural de Macapá
Imagem ilustrativa: Apresentação de dança de marabaixo, manifestação cultural de Macapá. Foto: Senado Federal / Wikimedia Commons, CC BY 2.0.

Um homem de 42 anos foi morto a tiros no início da madrugada desta segunda-feira (26), na zona oeste de Macapá. O crime ocorreu na esquina da 12ª Avenida com a Rua 5, no bairro Marabaixo III.

De acordo com a Polícia Civil, a principal linha de investigação é de um acerto de contas interno de uma organização criminosa. Segundo a polícia, a vítima era ameaçada por integrantes da facção Família Terror do Amapá (FTA) após o desaparecimento de uma arma de fogo e de uma motocicleta que pertenciam ao grupo.

Como foi o crime

Segundo o delegado Carlos Mazureck, da Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), o atirador chegou de moto vermelha, se aproximou do homem e conversou com ele por alguns instantes antes de sacar a arma. Foram cerca de cinco a sete disparos à queima-roupa, principalmente no tronco e nas costas. A vítima morreu no local.

A DHPP trabalha com a hipótese de que o homem tenha sido atraído para uma emboscada. Testemunhas relataram que ele falava ao celular pouco antes de ser abordado. A Polícia Científica não encontrou o aparelho na cena, e a suspeita é de que o executor o tenha levado para dificultar o rastreamento de quem ligou.

O que a polícia apura

De acordo com a investigação, a vítima tinha antecedentes criminais e cumpria pena em regime aberto ou domiciliar. Pelas regras da liberdade, ela deveria se recolher a partir das 19h, inclusive nos fins de semana, o que não estava sendo cumprido no momento do crime.

A DHPP faz buscas e tenta obter imagens de câmeras de segurança da região para identificar o trajeto e a placa da moto usada pelo atirador. Informações podem ser passadas de forma anônima pelo telefone (96) 99170-4302.

FonteCom informações de Diário do Amapá.

Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada, sob supervisão da redação do Norte Agora. Viu um erro? Envie uma correção.

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