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INSS nega bloqueio de aposentadoria por falta de biometria; veja o que é verdade

Segundo o instituto, exigência de cadastro biométrico vale só para novos pedidos de benefício e não há atendimento presencial para fazer o registro.

Fachada do INSS em Brasília, sede do instituto
Imagem ilustrativa: Fachada do INSS em Brasília, sede do instituto. Foto: Senado Federal / Wikimedia Commons, CC BY 2.0.

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) afirma que é falsa a mensagem que circula nas redes sociais dizendo que benefícios serão bloqueados para quem não apresentar documento com biometria até 20 de novembro. O órgão também alerta para tentativas de golpe com o tema.

De acordo com o INSS, a exigência de cadastro biométrico vale somente para novos pedidos de benefício feitos a partir de 21 de novembro de 2025. Quem já recebe aposentadoria, pensão ou outro pagamento não precisa providenciar o documento por causa dessas mensagens.

O instituto informa ainda que não oferece atendimento presencial para cadastrar a biometria. O registro é feito quando a pessoa solicita documentos oficiais, como a Carteira de Identidade Nacional (CIN), a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ou o título de eleitor.

Quem está dispensado

Segundo o INSS, a legislação dispensa da apresentação de documento com biometria:

  • pessoas com mais de 80 anos;
  • migrantes;
  • refugiados e apátridas que atendam às condições previstas em lei;
  • brasileiros residentes no exterior que apresentem a documentação exigida;
  • pessoas impossibilitadas de se deslocar por mais de 30 dias por problema de saúde ou deficiência, com comprovação médica;
  • moradores de localidades de difícil acesso, conforme os critérios estabelecidos.

Também não exigem biometria os pedidos de salário-maternidade, de benefícios por incapacidade e de pensão por morte.

Prova de Vida e golpes

O INSS esclarece que cadastro biométrico e Prova de Vida são procedimentos diferentes. Atualmente, a comprovação de vida é feita de forma automática, pelo cruzamento de informações de bases de dados oficiais.

O órgão alerta que criminosos podem usar o tema para pedir dados pessoais, bancários ou transferências de dinheiro. O INSS diz que não solicita senhas, informações bancárias ou transferências para liberar pagamentos e que não envia servidores à casa dos beneficiários.

Em caso de dúvida, o segurado deve consultar o Meu INSS, a Central 135 ou o portal gov.br/inss, segundo o instituto. A orientação é não clicar em links desconhecidos nem fornecer dados a contatos suspeitos.

FonteCom informações de Diário do Pará.

Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada, sob supervisão da redação do Norte Agora. Viu um erro? Envie uma correção.

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