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Prédio inacabado na Pedreira, em Belém, exibe faixa de venda e segue sem retomada das obras

Edifício na avenida Pedro Miranda estaria parado há quase 20 anos, segundo relatos de moradores; data de início da obra não foi confirmada.

Prédios residenciais inacabados em Kusadasi, Turquia
Imagem ilustrativa: Prédios residenciais inacabados em Kusadasi, Turquia. Foto: Roy Egloff / Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0.

Um prédio inacabado na avenida Pedro Miranda, no bairro da Pedreira, em Belém, passou a exibir uma faixa com a palavra "vendo" na fachada. O edifício fica entre as travessas Enéas Pinheiro e Lomas Valentinas e não tem sinais de retomada das obras.

A estrutura tem paredes de tijolos sem revestimento, vãos sem janelas e manchas escuras no concreto. Na lateral, a vegetação avança sobre a alvenaria e chega a parte dos pavimentos.

Pessoas que passam pelo local ou moram nas proximidades afirmam que o prédio estaria nessas condições há quase 20 anos. A data de início da obra, porém, não foi confirmada.

Versões sobre o empreendimento

Segundo informações que circulam sobre o imóvel, uma empresa de engenharia teria começado a construção, mas enfrentado dificuldades para continuar. Sem capital para retomar os serviços, a empresa estaria tentando repassá-lo.

Não há registros de fácil acesso que permitam confirmar o histórico do empreendimento, os motivos da paralisação ou uma previsão de conclusão.

A faixa de venda indica que o imóvel está à oferta, mas não esclarece as condições da negociação nem o que pode acontecer com a estrutura.

Vazio urbano

A situação do edifício lembra o debate sobre os chamados vazios urbanos, conceito que inclui também construções ociosas ou pouco aproveitadas. Mesmo com paredes erguidas e vários pavimentos construídos, a falta de uso efetivo pode deixar parte da cidade à espera de destinação.

FonteCom informações de Diário do Pará.

Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada, sob supervisão da redação do Norte Agora. Viu um erro? Envie uma correção.

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