Festival gratuito começa nesta terça (27) e vai até 1º de novembro; grupo de carimbó paraense se apresenta às 21h30 no primeiro dia.

O Festival Quebramar 2026 começa nesta terça-feira (27), em Macapá, com a presença indígena na programação e na identidade visual. A 8ª edição vai até 1º de novembro e tem entrada gratuita.
No palco, o grupo Suraras do Tapajós, do Pará, se apresenta às 21h30 de terça. A comunicação do evento traz a obra do artista Caripoune Yermollay, do povo Karipuna, nascido em Oiapoque.
O tema deste ano é "Integrando as Guianas". A edição aproxima territórios amazônicos que compartilham fronteiras, histórias e sonoridades.
Carimbó de mulheres indígenas
O Suraras do Tapajós nasceu em 2018, em Alter do Chão, em Santarém (PA). É o primeiro grupo de carimbó do país integrado apenas por mulheres indígenas. O repertório mistura composições próprias e clássicos da música paraense, com obras de Dona Onete.
O show em Macapá integra a turnê nacional "Suraras do Tapajós – Mulheres Indígenas, a Voz da Resistência", que passa por 12 cidades do Norte, Nordeste e Sudeste. Uma segunda apresentação gratuita na capital está marcada para quarta-feira (28).
Nos dias 27 e 28, o grupo também realiza atividades gratuitas no Parque Residência, com intérpretes de Libras:
- oficinas de moda sustentável, carimbó e técnica de som;
- rodas de conversa;
- feira de artesanato indígena.
Arte na identidade visual
Yermollay vive na aldeia Santa Isabel, na Terra Indígena Uaçá. Ele trabalha principalmente com caneta posca e já expôs no MAM-SP, em 2021, na mostra "Moquém Surarî: arte indígena contemporânea".
O artista integra o coletivo Uaçauara e foi indicado ao Prêmio Pip 2022. Sua obra ilustra o site oficial e toda a comunicação visual desta edição do festival.
Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada, sob supervisão da redação do Norte Agora. Viu um erro? Envie uma correção.